sobre o que acontece com o corpo humano em uma corrida ou caminhada vejam:
quinta-feira, 11 de maio de 2017
atividade de física bioação 1
sobre o que acontece com o corpo humano em uma corrida ou caminhada vejam:
segunda-feira, 10 de abril de 2017
Uma história em quadrinhos
Olá pessoal primeiramente quero desejar uma ótima semana santa e bom descanso,agora quero falar sobre o que fiz hoje criei uma história em quadrinho sobre a história da química desde a alquimia até a química dos dias atuais.
estou colocando aqui o link da história em quadrinhos para quem se interessar em ver e aprender um pouco sobre mais sobre a história da química bastante interessante,eu simplesmente amei fazer foi bastante divertido. ↓
https://Pixton.com/hq:qvlvsptu
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quarta-feira, 15 de março de 2017
Microscópio eletrônico finalmente a cores
Microscópio eletrônico colorido
A melhor técnica de microscopia disponível para bisbilhotarmos dentro de uma célula agora consegue produzir imagens a cores.
O desenvolvimento de um microscópio multicor é um avanço esperado há décadas na microscopia eletrônica, a técnica usada para ampliar objetos milhões de vezes, permitindo construir imagens de coisas como membranas celulares a conexões sinápticas entre neurônios, revelando coisas que não podem ser vistas pela microscopia óptica.
"Nos últimos 50 anos, ficamos tão acostumados a micrografias eletrônicas monocromáticas que agora é difícil imaginar que poderíamos voltar a usá-las. Este método tem muitas aplicações potenciais em biologia. Em nosso artigo, nós demonstramos como ele pode distinguir compartimentos celulares ou rastrear proteínas e marcar células," disse Stephen Adams, da Universidade da Califórnia em San Diego, principal responsável pelo desenvolvimento do novo microscópio.
"A capacidade de discernir múltiplas moléculas específicas simultaneamente acrescenta uma nova dimensão, revelando detalhes, ações e processos que não são necessariamente visíveis - nem mesmo suspeitados - em uma visão monocromática," disse seu professor Mark Ellisman, cuja equipe trabalha nesse projeto há mais de 15 anos.
Cores eletrônicas
A imagem gerada não é totalmente colorida como uma fotografia tradicional: a técnica trabalha com até três cores de cada vez (verde, vermelho e amarelo). As cores são geradas quando elétrons perdidos de íons metálicos pintados sobre a amostra sendo observada são capturados por um sensor no microscópio - a perda de energia do metal é registrada como uma cor.
Para isso foi necessário identificar complexos metálicos que fossem estáveis o suficiente para resistir à aplicação (o que significa que eles não podem deteriorar porque isso desfocaria a imagem) e tivessem uma assinatura distinta de perda de energia de elétrons (o que significa que cada emissão possa ser sempre interpretada como a mesma cor). Adams e seus colegas usaram lantânio ionizado (La), cério (Ce) e praseodímio (Pr).
O método ainda é bastante trabalhoso, já que cada complexo metálico deve ser depositado sequencialmente como um precipitado sobre a amostra já posta sob o microscópio. Um técnico precisa adicionar os metais ionizados um de cada vez e, em seguida, sobrepor o mapa de cada cor sobre a imagem monocromática original.
"Passamos muito tempo tentando descobrir como depositar um dos lantanídeos e depois limpá-lo para que ele não reagisse quando depositamos um segundo sinal sobre o mesmo local," explicou Ellisman.
A nova técnica dá um novo impulso à microscopia de fluorescência. [Imagem: Adams et al./Cell Chemical Biology 2016]
Microscopia de fluorescência
Mas o trabalho valeu a pena: a equipe revelou, por exemplo, a imagem de duas células cerebrais compartilhando uma única sinapse e peptídeos entrando através de uma membrana celular.
A nova técnica é similar à microscopia de fluorescência, que detecta a luz colorida emitida por proteínas especiais adicionadas à amostra biológica. A vantagem é que agora é possível tirar observar detalhes que só podem ser capturados com microscopia eletrônica.
Digno de nota, a descrição da microscopia eletrônica multicor é um dos últimos artigos aceitos para publicação do professor Roger Tsien, que ganhou o Prêmio Nobel de Química de 2008 pela descoberta e aplicação da proteína verde usada na microscopia por fluorescência - Tsien morreu em agosto passado.
Bibliografia:
Multicolor electron microscopy for simultaneous visualization of multiple molecular species
Stephen R. Adams, Mason R. Mackey, Ranjan Ramachandra, Sakina F. Palida Lemieux, Paul Steinbach, Eric A. Bushong, Margaret T. Butko, Ben N.G. Giepmans, Mark H. Ellisman, Roger Y. Tsien
Cell Chemical Biology
Vol.: 23, Issue 11, p1417-1427
DOI: 10.1016/j.chembiol.2016.10.006
Multicolor electron microscopy for simultaneous visualization of multiple molecular species
Stephen R. Adams, Mason R. Mackey, Ranjan Ramachandra, Sakina F. Palida Lemieux, Paul Steinbach, Eric A. Bushong, Margaret T. Butko, Ben N.G. Giepmans, Mark H. Ellisman, Roger Y. Tsien
Cell Chemical Biology
Vol.: 23, Issue 11, p1417-1427
DOI: 10.1016/j.chembiol.2016.10.006
fonte:
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=microscopio-eletronico-finalmente-cores&id=010165161121#.WMk4ym_yvIU
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=microscopio-eletronico-finalmente-cores&id=010165161121#.WMk4ym_yvIU
segunda-feira, 13 de março de 2017
A cura da cegueira está próxima, afirmam cientistas russos
Os primeiros pacientes que se submeterão ao transplante de retina serão pessoas que sofrem de degeneração macular hereditária
Cientistas do Centro de Análises Clínicas de Medicina Físico-Química da Rússia (CAC MFQ) cultivam retina através da reprogramação de células; estudos na área ajudarão a curar a cegueira, disse na quinta-feira (1º) o jornal Izvestia.
De acordo com o jornal, o primeiro transplante de teste será realizado em 2017. Com a ajuda de novas tecnologias celulares, os cientistas planejam posteriormente realizar estudos no tratamento da doença de Parkinson. "Reprogramação de células" é um fenômeno bastante novo na ciência.
A descoberta é de autoria do professor da Universidade de Quioto, Signa Yamanaka, o qual descobriu a capacidade única de células humanas de determinados tecidos, como, por exemplo, fibroblastos ou epitélio da pele, de mudarem sua estrutura para o estado embrionário.
As células-tronco podem dar origem a quase todo tecido. Por exemplo, a partir dos fibroblastos da pele pode-se criar a retina. Esta operação permitirá tratar, por exemplo, pacientes que estão perdendo a visão por causa de degeneração macular — doença esta causadora da cegueira em pessoas com mais de 55 anos", escreve o jornal, citando o diretor geral do CAC MFQ, Vadim Govorun.
O Laboratório de biologia celular disse ao jornal que o tecido mais fácil de ser trabalhado no método de reprogramação celular é a pele, pois a realização da biopsia não causa danos graves ao paciente e as células se multiplicam significativamente.
Segundo o chefe do Laboratório de Tecnologias Biomédicas do CAC MFQ, Sergei Kiselev, testes clínicos de transplante de retina estão sendo executados atualmente nos EUA e na Europa. Eles também foram realizados no Japão, que foram temporariamente suspensos devido a mudanças na legislação, mas o país pretende seguir com o desenvolvimento da técnica em 2017.
Quando se trata da Rússia, os cientistas "estão esperando a aplicação da lei ‘Sobre trabalhos na área da biomedicina celular' (1 de janeiro de 2017) e aprovação das atas normativas conforme a mesma", escreve o jornal.
Os primeiros pacientes que se submeterão ao transplante de retina serão pessoas que sofrem de degeneração macular hereditária, diz o Izvestia. Mesmo havendo alguns tratamentos que retardam o progresso da cegueira, os pacientes com degeneração macular genética começam a cegar entre 20 e 30 anos, pois não há, até hoje, um remédio contra ela.
O diretor geral do CAC MFQ informou ao jornal que a instituição cresceu significativamente, chegando a realizar testes em animais com neurônios humanos.
"O transplante [de neurônios humanos], juntamente com o procedimento da correção de genoma, ajudará no tratamento de pacientes com doença de Parkinson. No mundo, tais testes clínicos já estão sendo realizados. Na Rússia, eles serão possíveis se houver interesse das instituições especializadas — neurocirúrgicas e neurológicas — e somente após a aprovação da lei", observa Izvestia. (Sputnik Brasil)
Fracionamento Celular
FRACIONAMENTO CELULAR – SEPARAÇÃO DE ORGANELAS E MACRO MOLÉCULAS
AULA PRATICA N° 4
1. Introdução
Os métodos de fracionamento celular consistem na separação e isolamento de diversos componentes celulares, para seu posterior estudo através de técnicas bioquímicas ou de biologia molecular. Eles se baseiam essencialmente na homogeneização dos tecidos e na destruição dos limites celulares por meio de diferentes procedimentos mecânicos ou químicos, com posterior separação das frações subcelulares, de acordo com sua massa, superfície e peso específico (DE ROBERTIS, 2003).
Um dos métodos mais utilizados é o de fracionamento celular por centrifugação diferencial, que consiste na separação gradativa das organelas de células, de acordo com sua densidade, que são submetidas a rotações que fazem com que a força centrífuga exercida sobre as células, rompa as membranas celulares e agrupem as organelas de acordo com sua densidade. Esta técnica consiste em uma série de centrifugações com velocidades gradativamente maiores; as organelas ou inclusões mais densas precipitam primeiro (precipitado chamado de pilet), e o sobrenadante é retirado e centrifugado novamente.
2. Objetivo
Separar os componentes celulares através do fracionamento por centrifugação para o estudo da organização molecular e do funcionamento da célula.
3. Material
· 01 Almofariz e 01 pistilo
· 01 Tubo de micro centrífuga
· Pipetas de Pasteur
· Centrífuga
· Detergente de Louça
· Folhas variegadas
· Vinagre
· Detergente
3.1. Soluções
· Água destilada
4. Procedimento
· Para realização desta experiência precisou-se de 25 ml de água acidulada, obtida da seguinte forma, em 25 ml de água destilada com o auxilio da pipeta de Pasteur colocou-se três gotas de vinagre.
· Logo após este procedimento colocou-se as folhas variegadas Tradescantia dentro do almofariz e a água já acidulada aos poucos, e iniciou-se o processo de maceração.
· Quando a água começa a ficar com um tom amarronzado para o processo de maceração.
· Logo após, transferiu a parte líquida com uma pipeta de Pasteur para um tudo de micro centrifuga.
· Colocou-se o tubo na micro centrífuga, após 15 segundos de centrifugação, retirou-se fibras e outros resíduos.
· Logo após transferiu o sobrenadante para um novo tubo, e colocando-o novamente na micro centrífuga, centrifugando assim por 5 minutos.
· Podemos ver após retirar o tubo da micro centrífuga que o sobrenadante tem cor roxa pela presença da antocianina, e no fundo do tudo precipitado verde pela presença dos cloroplastos.
· Retirou-se o sobrenadante do tubo, adicionou-se ao precipitado água acidulada.
· Logo após acrescentou uma gota de detergente no tubo contendo solução verde e agitou-o por cerca de um minuto. Pôde-se perceber que o detergente reage, destruindo os cloroplastos.
5. Resultado
Pode-se perceber o líquido de cor roxa a antocianina e no fundo do tubo um precipitado de cor verde mais escuro os cloroplastos.
Foto : Emannuelle Alves - Figura 01
A água acidulada adicionada ao precipitado verde.
Foto : Emannuelle Alves - Figura 02
Pode-se perceber que o detergente reage, destruindo os cloroplastos.
Foto : Emannuelle Alves - Figura 03
Cloroplastos aumentando 1000 vezes maior do que o seu tamanho real.

Foto : Emannuelle Alves - Figura 04
6. Conclusão
O experimento foi dividido basicamente em 4 (quatro) etapas: maceração da Trandescantia com água acidulada, centrifugação da parte líquida obtida após a maceração, centrifugação do sobrenadante da etapa anterior e a centrifugação do sobrenadante com o detergente.
A obtenção de organelas através do processo de fracionamento celular é diretamente proporcional ao tempo. Esses fatores estão relacionados com o conhecimento da massa, viscosidade, superfície e peso específico das organelas que serão estudadas.
7. Referências
DE ROBERTIS, E. D. P. Biologia Celular e Molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S. A. 2003
MAIA, T. Aula prática 4 - relatório 3 - Fracionamento celular, disponível em: < http://www.ebah.com.br/content/ABAAABIaYAB/aula-pratica-4-relatorio-3-fracionamento-celular#comments>
Vídeo feito em laboratório
http://www.youtube.com/watch?v=uCq4OtWb-RY
LACERDA, G. A. Manual de Aulas Práticas em Biologia Celular. Janaúba: UNIMONTES, Faculdade de Zootecnia, 2013. fonte: http://biologia-na-zootecnia.blogspot.com.br/2013/07/fracionamento-celular-separacao-de.html
USP cria teste que detecta se você já teve zika; exames eram insuficientes
https://noticias.uol.com.br/saude/listas/teste-da-usp-promete-dizer-se-o-que-voce-teve-foi-zika.htm
Tecnologia da Biologia Celular e Molecular
Tecnologia da Biologia Celular e Molecular Os conhecimentos sobre as células progridem paralelamente ao aperfeiçoamento dos métodos de investigação. O aparecimento de numerosas técnicas de uso comum e os diversos ramos da pesquisa biológica levaram ao surgimento do que se costuma chamar de biologia celular e molecular, que é o estudo integrado das células, através de todo o arsenal técnico disponível. Neste material serão incluídos apenas algumas técnicas que têm contribuído para o progresso da biologia celular e molecular. O MICROSCÓPIO ÓPTICO OU MICROSCÓPIO DE LUZ Limite de resolução e poder de resolução Limite de resolução: é a menor distância entre dois pontos que permite distinguí-los separadamente. Poder de resolução: é a capacidade de fornecer imagens nítidas. Quanto menor o LR melhor poder de resolução. Fórmula para o cálculo do LR LR = K/AN AN = n.sen LR = limite de resolução K = constante experimental estimada em 0,61 = comprimento de onda da radiação n = índice de refração do meio = ângulo formado pelo eixo óptico da lente objetiva e o raio de luz mais externo utilizado na formação da imagem. Comprimento de onda da luz varia de 400 – 700 nm. Comprimento de onda do elétron é de 0,005 nm. Dica: relação entre as unidades apresentadas abaixo: 1 mm = 1000 m (micrômetro); 1 m = 1000 nm (nanômetro); 1 nm = 10 A (angstrom) Olho humano 0,2 mm Microscópio de luz 200 nm (0,2 m) MEV 10 A (1 nm) MET Ao redor de 1 – 2 A (0,1 – 0,2 nm). Aspectos comparativos do LR TIPOS DE MICROSCOPIA MICROSCOPIA ÓPTICA (MO): • Campo claro; • Campo escuro; • Contraste de fase; • Contraste interferencial; • Polarização; • Fluorescência; • Microscópio invertido; • Microscópio estereoscópico; • Confocal a laser. MICROSCOPIA ELETRÔNICA (ME): • de varredura (MEV) • de transmissão (MET) MEV MET MO Formação de imagens ao MO A imagem final será virtual, maior e invertida em relação ao objeto. LENTES NO MO LENTES NO MET Processamento: MO MET MEV Dimensão/corte Variável 1mm Variável Fixação Aldeídos, Bouin Aldeídos Aldeídos Pós-fixação OsO4 OsO4 Desidratação Álcool, acetona. Álcool, acetona. Álcool, acetona. Inclusão Parafina ou Historesina Epon, Spur ou Araldite Secagem Microtomia Micrótomo Ultra- microtomo Contrastação Coloração Pb, Uranila e etc Evaporação com ouro Etapas da preparação das amostras para MO. Etapas da preparação das amostras para a MET - Navalhas Aço Vidro (1950) Diamante e safira (1959) PREPARO DAS NAVALHAS DE VIDRO MICROTOMIA NAVALHA DE DIAMANTE 3000 US$ Técnica de contrastação (Dupla contrastação) Acetado de uranila Citrato de chumbo Solução a 2% de 3 a 10 min. e lavar 3 vezes em água destilada. Solução a 3% com mesmo processo anterior. Somente Pb Uranila + Pb Fígado de camundongo Imagens ao MET Raiz (glutaraldeído seguido por tetróxido de ósmio). Pâncreas de rato (glutaraldeído (2,5%), cacodilato (0,1M), acetato de uranila/citrato de chumbo. Célula de camundongo em apoptose mediada por LTC MEV - UNICAMP Imagens ao MEV
CITOQUÍMICA Citoquímica: compreende técnicas diversas para a identificação e localização das moléculas que constituem as células Ácido desoxirribonucléico (DNA): O DNA é demonstrado citoquimicamente pela reação de Feulgen. Etapas: • Mergulha-se as lâminas em solução aquecida de ácido clorídrico, o que promove hidrólise das bases púricas, deixando livre as extremidades da desoxirribose, que possuem radicais aldeídos; • Trata-se o preparado pelo reativo de Schiff (solução de fucsina básica descorada pelo anidrido sulfuroso), que, ao se combinar com os grupamentos aldeídicos da desoxirribose, forma um complexo de cor vermelha. Polissacarídeos: um exemplo é a técnica para evidenciar o glicogênio conhecida como técnica do PAS (periodic acid Schiff). • A reação baseia-se na oxidação pelo ácido periódico, de grupamentos OH vizinhos, formando grupamentos aldeídicos que dão cor vermelha ao reativo de Schiff. • A reação não é específica para glicogênio, de modo que se aplica um artifício: tomam-se duas lâminas com cortes do mesmo tecido, uma das quais é previamente tratada pela enzima alfa-amilase. Essa enzima hidrolisa e remove o glicogênio. Portanto, a estrutura que aparecer corada pelo PAS na lâmina não tratada pela alfa-amilase mas não aparecer corada na lâmina tratada pela enzima é glicogênio. A microscopia de fluorescência é geralmente aplicada com técnicas citoquímicas • A principal aplicação da microscopia de fluorescência ocorre em combinação com métodos imunológicos, nas técnicas imunocitoquímicas que utilizam anticorpos conjugados a compostos fluorescentes. • A imunocitoquímica se baseia na reação antígeno-anticorpo, esta técnica pode ser realizada aplicando-se a imunocitoquímica direta (pouco sensível, e por isso, pouco usada atualmente) ou a imunocitoquímica indireta (maior sensibilidade, permitindo a demonstração de quantidades mínimas de antígeno, sendo a mais usada na prática). • Algumas substâncias podem ser utilizadas para marcar os anticorpos, dentre elas: peroxidase, ferritina, anticorpo fluorescente, complexo de ouro coloidal + proteína A (extraída das bactérias Staphylococcus aureus). Fonte de luz Filtro de luz Espelho difusor do feixe Lente objetiva Objeto Filtro emissor Técnica imunocitoquímica direta: O composto (precipitado) formado pela ação da peroxidase sobre a 3-3’-diaminobenzidina é de cor marrom-clara e elétron-denso. Por isso, a técnica pode ser aplicada tanto à microscopia óptica como à eletrônica. Imunocitoquímica direta com anticorpo fluorescente Etapas da imunocitoquímica indireta: Na etapa 1, o antígeno cuja localização se deseja determinar combina-se com o anticorpo específico, formando um complexo que não é visível nem no microscópio óptico, nem no eletrônico. A finalidade das etapas seguintes é tornar esse complexo visível. Na etapa 2, agrega-se antigamaglobulina marcada com peroxidase ao complexo já formado. Na etapa 3, por meio da técnica citoquímica para peroxidase, forma-se precipitado visível nos microscópios óptico e eletrônico, revelando-se assim o local onde está presente o antígeno cuja localização era desejada. Esquema para demonstrar a maior sensibilidade da imunocitoquímica indireta. Pela técnica direta, esse antígeno celular fixaria quatro moléculas do anticorpo; pela técnica indireta, ele fixou 20 moléculas de antigamaglobulina. Esfregaço da bactéria Klebsiella pneumoniae vista ao microscópio de fluorescência.https://www.passeidireto.com/arquivo/5782343/tecnologia-da-biologia-celular
Reportagem Cientistas criam ovário artificial para mulher que passa por quimioterapia
Cientistas criam primeiro ovário humano artificial
O órgão foi criado para ajudar na maturação e preservação de óvulos de mulheres que correm o risco de ficar inférteis
“A descoberta representa o primeiro sucesso em utilizar os princípios da criação de tecidos em 3-D para a maturação in vitro de óvulos”
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Brown e do Hospital para Mulheres e Crianças, ambos dos Estados Unidos, acaba de anunciar o primeiro ovário humano artificial. Criado em laboratório, o órgão é funcional e foi criado para maturar e congelar ovos imaturos em mulheres prestes a começar quimioterapia – mas que poderão engravidar depois que o câncer for tratado. O ovário deve ainda ser usado como um “cobaia” em estudos sobre a influência de toxinas e outras substâncias químicas na maturação dos óvulos.
A aparência do órgão artificial é bem similar ao ovário natural e tem os tecidos de sua estrutura em 3-D. A novidade, no entanto, está na maneira como ele foi criado. Para gerar o ovário, foram usadas células da teca (produtoras do hormônio androgênio) do ovário humano, que só existem no órgão reprodutor feminino. Depois de algumas horas, essas células cresceram em um formato similar ao favo de mel de colmeias de abelhas – mantendo, inclusive, as pequenas aberturas internas (figura abaixo).
http://veja.abril.com.br/ciencia/cientistas-criam-primeiro-ovario-humano-artificial/
Com a estrutura mãe montada, pequenos aglomerados esféricos de células granulosas (responsáveis pelo hormônio estrogênio) e óvulos humanos foram inseridos nesses orifícios. Em poucos dias, a estrutura formada pelas células da teca envolveram as células granulosas e os óvulos, ficando com uma aparência e a funcionalidade similares ao ovário humano. “A descoberta representa o primeiro sucesso em utilizar os princípios da criação de tecidos em 3-D para a maturação in vitro de óvulos”, afirmaram os pesquisadores em nota
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